Diálogo

ELE: Porque você me trata sempre como o vilão da história?
ELA: Porque você me roubou...
ELE: Acho que você endoidou de vez! O que eu poderia roubar de você?
ELA: O meu coração.
ELE: Acho que não fiz por mal, isso ainda me faz o vilão da historia?
ELA: Sim...
ELE: Acho que vilões não sentem o que estou sentindo agora...
ELA: O que você sente?
ELE: Culpa
ELA: Por quê?
ELE: Por ter te roubado...
ELA: Ah...
ELE: Há algo que eu possa fazer em troca?
ELA: Sim...
ELE: Então me diga!
ELA: Deixar com que eu também roube seu coração
ELE: Impossível…
ELA: Por quê?
ELE: Como vilão não gosto de finais felizes. Adeus.

1 comentários:

Midup 29 de janeiro de 2011 01:12  

Aah, eu gostei muito desse. Parece muito com algumas coisas que eu escrevo as vezes, e nem vou comentar nada sobre o final né? Sabe que são meus preferidos. ;x haha
Beeijos =)

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Não há sentido em decifrar o que há dentro de cada um. Cada cenário diz respeito apenas ao ator que o utiliza como meio de brilhar, imaginar, como ferramenta para existir dento de si.

Aline Ribeiro Cunha.

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"O coração da mulher é assim; parece feito de palha, incendeia-se com facilidade, produz muita fumaça, mas em cinco minutos é tudo cinza que o mais leve sopro espalha e desvanece." Manuel Antônio de Almeida

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